Eu a vejo depressa, tua admirável figura que faz pairar sobre mim um descanso, ensolarado porém, brevemente tranqüilo. A quaresma renegada com toda a minha debilidade.
Serás de mim um fragmento que farei da distância o displicente resultado de minha insignificância?
Pois, tens acima do ombro um compasso quaternário de estrelas e uma brisa desconcertante que elevaria o teu olhar ao meu encontro.
Abuso de minha prepotência ao sonhar aqui, onde se eternizam os amores conflitantes a imaginar que teus olhos poderiam agora guiarem os desprazer de minhas ilusões.
Eu! Pobre desgraçado, condenado por minha proporia natureza a sonhar delirante com o descanso celeste a me embriagar com o fel de teus lábios!
Mas hoje, ousei mais atrevido, em minimizar os efeitos arquitetados que fluem um desencontro. Mantive contato mesmo com meu eterno receio de que despido de minhas armaduras, a tanto cultivadas e regadas a lágrimas, poderia eu, no fim, voltar a estar aqui, lhe tenho apenas como imagem!
Mas que imagens!
O que há com o céu que limpa os cantos com uma leve chuva que agora começar a ameaçar a cair?
Desafiando-me ao escrever tais linhas, penso em parar, para sentir de tal companhia as suas palavras que me trazem euforia.
Quero senti-la como um gozo, que enfrente a uma tela colorida que fiel tuas lembranças daqui por diante se tornem.
Continuo assim, e quem sabe te direi com eu queria te escrever!E terei de ti não só a imagem, mas sim, sua mais completa companhia!
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Um comentário:
primeiro e ultimo?
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