Tudo começa num carnaval de amargura, fui concebido no auge desta obscenidade.
É ! eu acho que é assim! Volto a estar sempre por baixo da carne podre, na crueldade dos sabores restaurados.
Meu nariz não sangra como antes, nem os olhos! Agora os dentes por inveja, jorram, talvez meio litro de sangue por dia pára dentro de mim.
Hoje tudo em mim é:
Um poema, dois sorrisos, três abraços e um caminhar noturno
Mais um poema, um sorriso, nenhum abraço e um até mais
Outro até mais, um ....
-Adeus!! - “olá, como vai”!
-“Eu to indo e você tudo bem?”
-“Eu estou indo buscar meu lugar no futuro”
-“Quanto tempo! - Pois é quanto tempo.”
Eu nunca quis ser polido, tenho pressa e sou ditoso e por um prato de comida alieno minha solidão. Que crise nervosa!
E ainda há aqueles que andam por aí em discórdia com o mundo!
Que inveja que sinto deles!
Saiam flores do meu pé, que venha o ácido corrosivo, alucinógeno, indigesto e imoral.
Minhas entranhas podem te fazer suar sangue, cuspir tuas bolas pra fora e fuder com todas as suas palavras.
Tenho escrito tanto mas não tenho dito nada, nada e nada
E do nada ando pensando:
É! Acho que estou ficando tarado!!!
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